quinta-feira, 12 de novembro de 2009

VÍDEO - UM COVER DOS NOVOS BAIANOS

No post de hoje , o vídeo de uma antiga canção dos Novos Baianos, cantada pelo Lúcio Mauro Filho. Os Novos Baianos foi o grupo que ocupou o espaço deixado quando Caetano e Gil foram exilados., utilizando de vários ritmos musicais brasileiros que vão de bossa nova, frevo, baião, choro, afoxé ao rock n' roll. Mais informações dos Novos Baianos, em http://www.facom.ufba.br/pexsites/musicanordestina/novbaian.htm



Eu Sou o Caso Deles

Composição: Morais/ Galvão

Minha velha é louca por mim
Só porque eu sou assim
Meu pai, por sua vez
Se liga na minha
E nos "butecos" onde passa
Não dá outro papo

Eu sou o caso deles
Sou eu que esquento a vida deles
No fundo, no fundo
Coloco os velhos no mundo
Boto na realidade
Mostro a eternidade
Senão eles pensavam
Que tudo era "divino maravilhoso"
Levavam tudo na esportiva
Ficavam contanto com a sorte
E não se conformariam com a morte

Minha velha é louca por mim
Só porque eu sou assim!

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

HOSPITAL PSIQUIÁTRICO - O TESTE DA BANHEIRA

*email enviado por Pacheco*

Durante a visita a um hospital psiquiátrico, um dos visitantes perguntou ao diretor: - Qual é o critério pelo qual vocês decidem quem precisa ser hospitalizado aqui?
Respondeu o diretor: - Nós enchemos uma banheira com água e oferecemos ao doente uma colher, um copo e um balde e pedimos que a esvazie. De acordo com a forma que ele decida realizar a missão, nós decidimos se o hospitalizamos ou não.
- Entendi - disse o visitante - uma pessoa normal usaria o balde, que é maior que o copo e a colher.

- Não - respondeu o diretor - uma pessoa normal tiraria a tampa do ralo..... O que o senhor prefere? Quarto particular ou enfermaria?
Dedicado a todos que escolheram o balde. A vida tem muito mais opções...

E muitas vezes são tão óbvias como o ralo, só falta enxergarmos.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

O BARBEIRO


Enviado por Pacheco

Um homem foi ao barbeiro cortar o cabelo como ele sempre fazia.
Ele começou a conversar com o barbeiro sobre vários assuntos. Conversa vai, conversa vem, eles começaram a falar sobre Deus.
O barbeiro disse:
-- Eu não acredito que Deus exista como você diz.
-- Por que você diz isso? – o cliente perguntou.
-- Bem, é muito simples. Você só precisa sair na rua para ver que Deus não existe. Se Deus existisse você acha que existiriam tantas pessoas doentes? Existiriam crianças abandonadas? Se Deus existisse, não haveria dor ou sofrimento. Eu não consigo imaginar um Deus que permite todas essas coisas.
O cliente pensou por um momento, mas ele não quiz dar uma resposta, para prevenir uma discussão. O barbeiro terminou o trabalho e o cliente saiu.
Neste momento, ele viu um homem na rua com barba e cabelos longos.
Parecia que já fazia um bom tempo que ele não cortava o cabelo ou fazia a barba e ele parecia sujo e arrepiado.
Então o cliente voltou para a barbearia e disse:
-- Sabe de uma coisa? Barbeiros não existem!
-- Como assim eles não existem? – perguntou o barbeiro.
-- Eu sou um.
-- Não! – o cliente exclamou. -- Eles não existem, pois se eles existissem não haveriam pessoas com barba e cabelos longos como aquele homem que está ali na rua.
-- Ah, mas barbeiros existem, o que acontece é que as pessoas não me procuram, e isso é uma opção delas.

-- Exatamente! – afirmou o cliente. – É justamente isso. Deus existe, o que acontece é que as pessoas não o procuram, pois é uma opção delas e é por isso que há tanta dor e sofrimento no mundo.
"Nossas dores não vem do céu, mas de nossas falhas"

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

SUA INTUIÇÃO QUER FALAR COM VOCÊ !


:: Rosana Braga ::


email enviado por Gabriel


Vocês bem sabem o quanto sou fã das palavras! Por mim, tudo seria resolvido através de diálogos. Aceito todos os tons, admito as lágrimas e até aqueles silêncios que demonstram ansiedade, tensão, nervosismo ou ainda não sei como dizer....

Afinal, também para mim não é fácil, muitas vezes, expor o que estou sentindo. Mas, por fim, meu lema é: que seja dito o que precisa ser dito, sempre que possível.
No entanto, infelizmente, nem sempre as pessoas estão prontas para falar. Nem todas estão maduras o bastante para a clareza e terminam botando em risco relações preciosas. Aliás, assim como nem todas sabem falar, muitas também não sabem ouvir, não estão preparadas para isso. Chegam cheias de defesas e interpretações pré-prontas, ouvindo apenas aquilo que querem. Assim, é bem difícil conversar, porque os resultados ficam sensivelmente comprometidos.
Ou seja, existem ocasiões em que o di
alogo e torna inviável. Nesses momentos, resta-nos apenas uma ferramenta e felizmente, bastante produtiva: nossa intuição. Acontece que, descrentes de seu poder, muitas vezes não damos ouvidos a ela. Ignoramos o que ela tenta nos dizer e insistimos em acreditar que intuição é bobagem.
De fato, há uma gritante diferença entre ouvir a intuição e ceder às minhocas; e é preciso bastante treino, coragem e atenção para perceber esta diferença, pois a intuição fala sozinha, mas as minhocas falam em coro, confundindo nossa sensibilidade e avacalhando nossa sensatez.
Para mim, intuição é coração, é percepção pura, é contato direto com a nossa realidade – a verdadeira; sem se deixar seduzir por terceiros nem ceder aos apelos infantis de nossas neuroses: ciúme, insegurança, apego, etc. Portanto, precisamos nos desintoxicar o máximo possível para ouvirmos a intuição.
Estar só, em silêncio, num estado meditativo, contemplando nossos reais desejos, refletindo sobre o que está acontecendo e o que realmente pretendemos é uma boa maneira de alcançar esta voz interior. Mas, sobretudo, é preciso acreditar que ela fala...
O que mais vejo são pessoas renegando sua própria intuição, dando bem pouco ou nenhum crédito a ela. Ficam presas ao que o outro disse (ou não disse) sem considerar o que realmente estão sentindo e percebendo.
Sim, porque é muito comum você perceber que algo está acontecendo na sua relação, mas quando tenta conversar com o outro, ele se apressa em negar, afirmando categoricamente que você está enganado e que nada está acontecendo. Você até tenta se convencer, mas não consegue. A voz continua sussurrando em seus ouvidos que algo está errado... e aí você não sabe como agir, a quem dar ouvidos.
Minha sugestão é para que você pondere sobre o equilíbrio. Ouça, sim, a sua voz interior e encare-a como uma ‘luz piscante’, um sinal de alerta. E deixe o tempo passar um pouco. Observe os próximos acontecimentos. Não se agarre definitivamente nem à sua voz e nem à voz do outro. Espere!
Esteja certo de que o próprio ‘andar da carruagem’ se encarregará de dar o diagnóstico: intuição ou minhocas. O objetivo aqui não é provar nada a ninguém, mas apenas sugerir que você não abra mão de sua intuição, não ignore sua inteligência afetiva. Seríamos, certamente, bem mais seguros e teríamos uma auto-estima bem mais elevada se confiássemos um pouco mais no que diz o nosso coração...
Rosana Braga é Escritora, Jornalista e Consultora em Relacionamentos Palestrante e Autora dos livros "Alma Gêmea - Segredos de um Encontro" e "Amor - sem regras para viver", entre outros.
www.rosanabraga.com.br e Comunidade no OrkutEmail: rosanabraga@rosanabraga.com.br

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

VIDA NO CAMPO






Email enviado por Vilma

Cansado da agitação da vida urbana, Celso larga o emprego, compra um pedaço de terra no Amazonas e se muda para lá. Ele vê o carteiro uma vez por semana e vai à mercearia uma vez por mês. No mais, é paz e tranqüilidade.

Seis meses depois, em dezembro, alguém bate na porta. Celso abre e vê um homem barbudo, enorme, que diz:

- Meu nome é Chicão, seu vizinho, 7 léguas daqui. Festa de Natal lá em casa, sexta-feira. Começa às cinco.
Celso se entusiasma: - Ótimo, depois de seis meses por aqui, na solidão, nada melhor que isso. - Muito obrigado, vou sim.

Chicão começa a ir embora, pára e diz: - Seguinte: vai rolar bebida.

- Sem problema. Eu topo.
Novamente Chicão começa a ir embora, mas pára e diz: - Olha, também pode ter briga.
- Sem problema, eu me dou bem nesses lugares. Mais uma vez obrigado.
Chicão continua: - E pode ter sexo meio selvagem...
- Também não é problema. Eu estou aqui faz 6 meses. Mais um motivo para ir. E, aproveitando, me diz uma coisa: qual é o traje?
Chicão: - Cê é que sabe. É só nós dois.